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A audição do professor Leandro Caçoilo ira acontecer em umas das casas mais tradicionais de Rock de São Paulo o Wild Horse bar  que fica na Alameda dos Pamaris   54.

A entrada vai custar 20 reais e crianças até 10 anos não pagam.

A banda Hot Rocks  ficará  responsável de tocar  todos os hinos do Rock n Roll juntos com os alunos .

O dia da apresentação  é  01/12/2013 resumindo um Domingo onde a boa musica estará em evidencia !!

O evento estará aberto para todas as pessoas.

 


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Postado em/Posted on November 6th, 2013 @ 20:25 | 474 views







Após os elogiados “Premonition” (2001) e Days of Insanity (2007), eis que finalmente a banda SEVENTH SEAL solta no mercado “Mechanical Souls”, sua mais nova investida em estúdio. Marcando a estreia de Leandro Caçoilo (Soulspell, ex-Eterna) nos vocais a bolachinha, lançada nacionalmente pela Shinigami Records, contou com a produção do guitarrista Thiago Oliveira, além da mixagem e masterização certeiras de Brendan Duffey e Adriano Dagga no Studio Norcal em São Paulo capital.

Nota: 9 

 

 

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Além da belíssima capa, obra dos artistas Giovanny Gava e Daniel Gava, “Mechanical Souls” traz o melhor som dentre os discos e um conceito inspirado no filme “Blade Runner: O Caçador de Andróides” e, por consequência, no livro “Do Androids Dream of Electric Sheep?” do brilhante Philip K Dick, o qual deu origem ao supracitado filme. Atualíssimo, ambos – livro e filme – versam sobre o controle populacional por parte de grandes empresas, bem como acerca de um mundo devastado pela sujeira, violência e paranoia coletiva. Ou seja, prato cheio se estiver nas mãos certas. Pois está!

 

O Seventh Seal não só criou letras sensacionais como as musicou de forma muito inspirada. O início com a cativante “Beyond the Sun” prova isso. Quem vem acompanhando as novidades do grupo já a conhecem, pois trata-se do primeiro single do trabalho. O instrumental é complexo, mas sem abrir mão do peso. Os vocais de Caçoilo, nítido apreciador da escola Ronnie James Dio, abrilhanta a faixa e abre alas para “Back to the Game”, que se não é melhor que a que a antecede, chega bem perto. Fico a imaginar esta ao vivo devido o ‘punch’ e bom gosto nos solos de guitarra. Coisa fina.

A veloz “Souless Reality” é outra que não abre mão do peso. A rifferama de Tiago Claro e Thiago Oliveira combinou perfeitamente com as harmonias vocais, aqui mais agressivas do que estamos acostumados quando escutamos os outros trabalhos de Caçoilo. Grata surpresa e ótima para nos preparar a um momento mais, digamos, introspectivo no disco. Falo de “Sleepless”, uma linda canção influenciada pelo hard rock dos anos 90 – eu diria que temos ali algo entre Harem Scarem e Bad Habit – mas com toques de rock progressivo. Conseguiu situar-se na coisa? E se eu disser que há até influência flamenca e orquestração? Pronto, temos nela uma das mais bem acabadas de todo o track-listing em “Mechanical Souls”. Confesso tê-la colocado no repeat. Talvez por conta disso eu não tenha me empolgado tanto com “Imprint Memories”, mas não pense que ela está aquém das demais, apenas com a ingrata função de suceder uma candidata a clássico.

Daí vem a que batiza o álbum e o nível vai às alturas, em especial pelo esmero nas guitarras. Os duetos são impecáveis, mas a cozinha está lá, gerando um peso fora do comum. Os “culpados” por isso, isto é, Roberto Moratti e Victorio Prospero, baterista e baixista, respectivamente, não só nessa fizeram seu dever de casa. A dupla está impossível em todo o “Mechanical Souls”. Tive a oportunidade de vê-los ao vivo abrindo para o ORPHANED LAND no final de maio deste ano e tive a certeza que dali viria coisa boa. Naquela feita estava menos familiarizado com a proposta dos caras, até porque fazia seis anos desde que ouvi algo deles, mas depois comecei a acompanhar os studio reports que soltaram na Internet e notei que haveria algumas mudanças consideráveis, mas para melhor. Em tempo, relembrem aquela noite no Hangar 110 clicando no link abaixo.

 

Uma das minha favoritas, no entanto, é “Virtual Ego”. Eu diria que esta sintetiza o que o Forbidden, por exemplo, tentou fazer em seu derradeiro lançamento, “Omega Wave” (2010) e não obteve tanto êxito. Sou grande apreciador dos dois primeiros registros de estúdio do quinteto de São Francisco/Califórnia, não me leve a mal, porém precisei fazer esta pequena comparação para situar o caro leitor na situação que, pasmem!, ainda traz novamente algo de hard rock ao contexto. Pulei algumas, mas não poderia deixar de mencionar a que fecha a conta e passa régua: “Dark Chant”. Olha, se até aqui não houve interesse de sua parte em ouvir “Mechanical Souls”, seja por não curtir o estilo ou pela ligação de Leandro Caçoilo com o white metal – para ficarmos nos mais, talvez, óbvios motivos em se tratando de rejeição, rogo a quem esteja lendo estas linhas que comecem por esta. Há algumas bandas de black metal que não conseguem tamanha “perversidade” como aqui. Parece exagero? Pois escute e retorne para comentarmos. Disco classudo e candidato a um dos melhores do ano!

Seventh Seal – Mechanical Souls
Shinigami Records – 2013 – Brasil

Line-up
Leandro Caçoilo – vocais
Tiago Claro – guitarra
Thiago Oliveira – guitarra
Victorio Prospero – baixo
Roberto Moratti – bateria

Fonte: Resenha – Mechanical Souls – Seventh Seal http://whiplash.net/materias/cds/191133-seventhseal.html#ixzz2jD6LZPqo


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Postado em/Posted on October 30th, 2013 @ 13:12 | 503 views







Em muitos casos, compensa mais esperar que uma banda demore anos para lançar um novo trabalho, que os grupos ficarem acompanhando tendências e lançando trabalhos fracos e previsíveis. Tive essa sensação ao ouvir o novo trabalho do quinteto paulista Seventh Seal. Após mais de 2 mil dias do lançamento do disco anterior, Days of Insanity, os caras lançaram um álbum que tem tudo para agradar até os mais exigentes fãs do estilo.

Com a variedade do debut, Premonition e a gana de Days of Insanity, os caras mostram que é possível surpreender. Ao começar da produção, feita pela própria banda no Norcal Studios, que é equilibrada, deixando todos os instrumentos no mesmo plano, sem egos e vaidades. Essa atitude faz com que o fã saia ganhando, pois consegue ouvir o trabalho por completo.

Vamos falar um pouquinho das faixas. O disquinho começa com Beyond the Sun, conhecida da galera por ser o primeiro single do trabalho. O som é intrincado, denso , forte e mostra de cara que a banda não está para brincadeira. Back to the Game é aquela típica canção que deve ser levada aos palcos. Pois contém energia, solos dobrados e muito groove.

Os sons citados acima sintetizam uma coisa: o atual line-up, que conta com Roberto Moratti (bateria), Victor Próspero (baixo), Tiago Claro e Thiago Oliveira (guitarras) e Leandro Caçoilo (voz) é o mais forte de toda a história da banda e que tem tudo para conquistar novos territórios. Aliás, o registro conta com a melhor performance da carreira do cantor.

Voltando às canções, Souless Reality é pesada e possui um andamento veloz da bateria e riffs instigantes, com um refrão mais lento (ou seria aterrorizante?). Já Sleepless mostra  toda a sensibilidade da banda. Começa acústica (comdedilhados que nos remetem ao flamenco) e segue uma linha maisprogressiva, partes orquestrasdas e solos que agradarão os fãs de hardrock. Aí Vitão, olha um som pra tocar no On Stage (risos)!

Outras que se destacam são Mechanical Souls começa com um dueto poderoso de guitarra + bateria e cresce durante a audição, privilegiando o peso. Virtual Ego tem um dedilhado que lembra os grupos da Bay Area, mas descamba para o hard rock, com uns riffs pesados e modernos com ótimos solos.

Dark Chant encerra o trabalho de forma agressiva com backing vocals que beiram o black metal de grupos como Dimmu Borgir e é outra que merece ir para os palcos.

Além das faixas e performance dos músicos, o que chama a atenção são os detalhes existentes nas músicas, que vão desde orquestrações a enxertos eletrônicos e levarão ao delírio pessoas que adoram ouvir discos com fones de ouvido.  Para esses fãs mais aficionados, digo que serão necessárias algumas audições para perceberem todas as texturas.

Não estou dizendo isso por politicagem ou por ser amigo dos caras, mas Mechanical Souls é um disco que vale muito a pena conhecer. E muito!

João Messias jr.


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Postado em/Posted on October 30th, 2013 @ 13:06 | 528 views







A banda Seventh Seal acaba de disponibilizar sua mais nova musica de trabalho do disco Mechanical Soul que sai no meio de novembro!


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Postado em/Posted on October 10th, 2013 @ 0:04 | 443 views







O vocalista Leandro Caçoilo acaba de assinar com a Heil sound microfones através da importadora Studio Brazil.
Gostaria de agradecer ao Manoel Rodrigues e toda equipe do Studio Brazil por confiar em meu trabalho.
E ao meu amigo Kleber K Shima pela indicação.
Estou muito feliz em trabalhar com um produto de altíssima qualidade.
Conheça um pouco sobre a Heil sound
Heil Som Ltd., é uma empresa microfone moderno fundada por Bob Heil, e é composta de pessoas apaixonadas sobre a produção de microfones superiores e produtos relacionados. Todos os microfones Heil são montados e qualidade testada EUA na sede da empresa, em Fairview Heights, IL. A missão realizada pelas pessoas que trabalham na Heil som é, “Nós respeitamos todos os artistas e profissionais de som, vamos ouvi-los e vamos fazer produtos para deixá-los fazer o seu melhor”. No Heil Sound, tudo começa no microfone … mas o respeito é ganho por cada microfone saindo da produção de som Heil ganhou o respeito e a confiança dos melhores músicos e engenheiros de som na indústria, por um bom motivo. Bob Heil é uma empresa inovadora e inventora, cujas inovações e produtos transformou a experiência de um concerto ao vivo para o que é hoje . Na medida em que ele foi o primeiro e único fabricante convidado a ter uma exposição no Rock & Roll Hall of Fame. Bob Heil, literalmente, mudou a forma como foram utilizados microfones, e ao fazê-lo, ele ajudou a inaugurar a era moderna do profissional concerto audio. Hoje, Bob Heil leva uma empresa de classe mundial, produzindo dinâmicas, microfones cardióides que superam todos os padrões da indústria. Heil microfones são muito duráveis, elegante e extremamente acessível. Heil microfones pode ser encontrado em palcos, nas igrejas, locais de desempenho, estúdios de gravação e instalações de transmissão em todo o mundo.
Empresa americana fundada por Bob Heil,que é nada mais nada menos que o inventor do Talk Box(equipamento que ficou muito popular ao serem usados por nomes como Peter Frampton, Joe Walsh e Richie Sambora).O cast da Heil Sound tem nomes como Alice in Chains , Steve Wonder, Kansas , Neal Schon , Paul Rodgers , Peter Frampton , Slash , entre outros.

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Postado em/Posted on September 24th, 2013 @ 13:54 | 546 views



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